quinta-feira, 28 de agosto de 2008

umas

vinte vezes o sinal fecha e abre antes de eu poder ir (vir) pra casa.

tudo de novo.

tudo novo.

trabalha cedo, come, respira, vai.
estuda, vê.
faz prova, sai cedo, vai.
joga sinuca, ri, come.

volta.

e assim por diante.
o ciclo é inacabável.
aliás, não.
um dia acaba.

ela quer uma tatuagem na nuca.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

essa brasa não apaga.

muito aconteceu desde o ultimo dia vinte.
tanto que eu nem sabia de alguns fatos.

hoje, ela fez tudo.
ela se sentiu repleta.

tudo o que planejou.,

tudo deu certo.

tudo nos encaixes.
até os ônibus.

é, e bem que todo dia podia ser assim! :D

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

diavinte

quarta. meio de semana. montagens. cantorias. estresses. risos frouxos. alegria. calor, muito calor. aguadatorneira. pés inchados. compras, mercado mesmo.

dia comum, nada de mais. ela prossegue. grita. ri. discute. conversa.

felicidade sem hora. ela pensa, repensa, remoe e não vê mais motivos pra tristeza. tudo dez.

menos ele. ele está nublado. o que aconteceu?

ela vai (tentar) ajudá-lo. se ele quiser, claro.

trabalho, aula, onibus. nada a abala.

porque é tudo bem simples, só depende de como você quer enxergar e perceber e ser percebido(a).

não?

parece-me.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

e assim disse o hipopótamo

invejo os pássaros porque ele podem voar.

e mais.

será que dói? um dia todo mundo descobre.
é a ceretza plena, única e que não se pode escapar, adiar, ou seja lá o que for.

mas, pode-se escolher? tipo, decidir fazer com as próprias mãos?

talvez.

não tenho escrúpulos suficientes, fato.

domingo, 10 de agosto de 2008

181 dias depois.

o que muda?
o que permanece?
você permanece.
em mim.
comigo.
sempre.
e tanto.
e até demais, as vezes.
mas só as vezes.

por que?
seria irrestível saber e reponder.

eu mesma nunca sei.

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